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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

mamiferos

sentidos
 
Os mamíferos possuem visão, audição, olfato, paladar e tato bem desenvolvidos.
Os sentidos evoluíram e adaptaram-se ao estilo de vida de cada animal. A boa visão é inútil para a toupeira, que leva vida subterrânea. Mas seu focinho, muito sensível, combina tato e olfato na procura de alimento (principalmente minhocas que saem das paredes da toca).
Já os homens dependem da visão. Quatro quintos daquilo que o nosso cérebro conhece é assimilado pelos olhos. E difícil imaginar a eficácia com que um mamífero de bom nariz "cheira" o mundo ou como um morcego "ouve" o ambiente com seu "radar".
Sabe-se, porém, que a lei da compensação funciona também aqui. Os homens, mesmo dependendo muitíssimo dos olhos, não têm visão tão espetacular como a de algumas espécies de esquilo. Mas os primatas, incluindo os homens e os prossímios, podem distinguir cores, enquanto a maioria dos mamíferos vê o mundo em preto e branco.
Como os cachorros, muitos mamíferos têm audição apuradíssima. Eles movem as orelhas, apontando com precisão para o local de onde partiu o som.
Com um bico extremamente sensível, o ornitorrinco escava rios e riachos à procura de presas - minhocas aquáticas, insetos e lagostins.
Um porco com "nariz treinado" é capaz de farejar trufas que depois de colhidas são vendidas como valiosas iguarias.
A língua do leão não serve somente para saborear os alimentos.
Apesar desses pontos em comum, existem entre os mamíferos aparência e hábitos tão diferentes, que nem parecem ser da mesma grande classe.

Os mamíferos dividem-se em duas subclasses.

Numa delas, a dos mamíferos placentários, o homem está incluído, ao lado dos peludos macacos e dos gorilas, todos pertencentes à mesma ordem dos Primatas.
Como primatas, somos aparentados com os macacos. Como placentários, temos relações de parentesco muito mais extensas, abrangendo animais como o elefante, a baleia, o rinoceronte, o hipopótamo, o tamanduá, o coelho, o gato, o morcego e outros familiares. Como mamíferos, também somos aparentados ao canguru e ao ornitorrinco.

O ornitorrinco constitui, com as équidnas, a ordem inferior dos mamíferos. Vive na Austrália e Tasmânia e possui características de ave e de réptil. Tem bico e patas semelhantes aos dos patos , é aquático e põe ovos.

Os ovos do ornitorrinco crescem dentro do útero materno e o alimento, fornecido pelo organismo da mãe, atravessa a casca. Isso não acontece com aves e répteis, que não têm útero. Mas, como as aves, o ornitorrinco tem um bico córneo, e isso impede movimentos de sucção. O filhote ingere o leite que escorre pelos pêlos.
A maioria dos mamíferos é vivípara, isto é, desenvolve-se no interior do ventre materno.
A amizade entre espécies diferentes não é tão incomum
 
 

 
 

tudo sobre golfinho...

Sono[editar | editar código-fonte]

Os golfinhos por serem mamíferos e apresentarem respiração pulmonar devem constantemente realizar a hematose a partir do oxigênio presente na atmosfera, tal fato obriga os golfinhos e muitos outros animais aquáticos dotados de respiração pulmonar a subirem constantemente à superfície. Uma das consequências desta condição é o sono baseado no princípio da alternação dos hemisférios cerebrais no qual somente um hemisfério cerebral torna-se inconsciente enquanto o outro hemisfério permanece consciente, capacitando a obtenção do oxigênio da superfície.

Géneros e espécies[editar | editar código-fonte]

Golfinho-de-Hector (Cephalorhynchus hectori)
Delfim-comum (Delphinus delphis)
Golfinho-pintado-pantropical (Stenella attenuata)
Golfinho-do-crepúsculo (Lagenorhynchus obscurus)
Orca (Orcinus orca)
Nota: Alguns membros da família dos golfinhos são designados popularmente como baleia ou boto; por outro lado, há golfinhos que não pertencem à família Delphinidae, como por exemplo o golfinho do Ganges.

ECOLOCALIZAÇAO de golfinho

Ecolocalização[editar | editar código-fonte]

Ilustração animada da ecolocalização
Detalhes da anatomia – Legenda: Verde: Ossos do crânio, Azul: Espermacete ou Melão, Branco: Espiráculo
O golfinho possui o extraordinário sentido da ecolocalização, trata-se de um sistema acústico que lhe permite obter informações sobre outros animais e o ambiente, pois consegue produzir sons de alta frequência ou ultra-sônicos, na faixa de 150 kHz, sob a forma de cliques ou estalidos. Esses sons são gerados pelo ar inspirado e expirado através de um órgão existente no alto da cabeça, os sacos nasais ou aéreos. Os sons provavelmente são controlados, amplificados e enviados à frente através de uma ampola cheia de óleo situada na nuca ou testa, o Melão, que dirige as ondas sonoras em feixe à frente, para o ambiente aquático. Esse ambiente favorece muito esse sentido, pois o som se propaga na água cinco vezes mais rápido do que no ar. A frequência desses estalidos é mais alta que a dos sons usados para comunicações e é diferente para cada espécie.
Quando o som atinge um objeto ou presa, parte é refletida de volta na forma de eco e é captado por um grande órgão adiposo ou tecido especial no seu maxilar inferior ou mandíbula, sendo os sons transmitidos ao ouvido interno ou médio e daí para o cérebro. Grande parte do cérebro está envolvida no processamento e na interpretação dessas informações acústicas geradas pela ecolocalização.
Assim que o eco é recebido, o golfinho gera outro estalido. Quanto mais perto está do objeto que examina, mais rápido é o eco e com mais frequência os estalidos são emitidos. O lapso temporal entre os estalidos permite ao golfinho identificar a distância que o separa do objeto ou presa em movimento. Pela continuidade deste processo, o golfinho consegue segui-los, sendo capaz de o fazer num ambiente com ruídos, de assobiar e ecoar ao mesmo tempo e pode ecoar diferentes objetos simultaneamente.
A ecolocalização dos golfinhos, além de permitir saber a distancia do objeto e se o mesmo está em movimento ou não, permite saber a textura, a densidade e o tamanho do objeto ou presa. Esses fatores tornam a ecolocalização do golfinho muito superior a qualquer sonar eletrônico inventado pelo ser humano.A temperatura dele varia com a da água 28 a 30 °C.

GOLFINHOS..

                                                      PREDADORES

Os predadores dos golfinhos são os tubarões e principalmente o homem. Os pescadores de atuns, costumam procurar por golfinhos, que também os caçam, ocasião em que ocorre um mutualismo. O golfinho encontra o cardume e os pescadores jogam as redes aprisionando os peixes e deixam os golfinhos se alimentarem para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as espécies se beneficiam do alimento. Porém, muitas vezes, os golfinhos acabam se enroscando nas redes, podendo morrer.
O comprimento das redes, além do necessário, assim como a poluição, também aumentam a predação.1

Pesca de golfinhos[editar | editar código-fonte]

Em muitos locais do mundo os golfinhos são pescados, sendo o Japão um dos principais países onde esta prática se mantém, embora os animais "pescados" neste país seja muitas vezes vendidos para outros países, principalmente China e Estados Unidos.
O principal motivo desta pesca é para alimentação, como um substituído para a carne de baleia, quando estas começaram a se tornar raras. Porém muitos golfinhos e orcas também são capturados para se tornarem "atrações" em parques aquáticos, sendo que muitos pescas são organizadas para este fim. Porém, mesmo nestas pescas que procuram capturar animais vivos, muitos golfinhos acabam mortos ou feridos, devido as técnicas usadas na captura, além disso, os animais que não servem para se tornarem "atrações" nos parques, acabam sacrificados para serem vendidos como carne de baleia. E mesmo os que "sobrevivem" a pesca, não estão garantidos, pois muitos não se adaptam à vida em cativeiro e acabam adoecendo ou mesmo morrendo, além de que a maioria dos parques marinhos não tem condições de suprir todas as necessidades destes animais.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos também demonstrou que a longevidade destes animais decai muito em cativeiro. Para piorar a situação, a reprodução deles em cativeiro é quase impossível, o que torna a pesca de golfinhos "indispensável".
Entre 700 e 1,3 mil toninhas morrem anualmente em redes de pesca no estado brasileiro do Rio Grande do Sul e no Uruguai, segundo dados do Instituto de Oceanografia da FURG. Ameaçadas de extinção, elas estão classificadas como vulneráveis na lista vermelha da (IUCN).1



                                                                                                       
Golfinhos e sua treinadora no Aquário do Zoológico de Barcelona

Alimentação[editar | editar código-fonte]

Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de peixes e lulas, mas alguns preferem moluscos e camarões. Muitos deles caçam em grupo e procuram os grandes cardumes de peixes. Cada espécie de peixe tem um ciclo anual de movimentos, e os golfinhos acompanham esses cardumes e por vezes parecem saber onde interceptá-los, provavelmente conseguem estas informações pela excreções químicas dos peixes, presentes na urina e nas fezes...
 

domingo, 22 de dezembro de 2013

golfinho

Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos dentro de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 20 a 35 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.



 
 
 
 
Como ler uma caixa taxonómicaGolfinhos
Eilat - Dolphin reef.jpg
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Mammalia
Ordem:Cetacea
Subordem:Odontoceti
Família:Delphinidae
Gray, 1821
Géneros
Ver texto
gente vamos ajuda pra eles aparece novamente porquer são animais, seres vivos
   eles não são brincadeira..  e se emcontra ligue para algum biólogo marinho ou para um zoológico...
não mate
o amor emtre os animais é  tao lindo...
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